Parece que foi ontem...

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"Seja louvado Jesus Cristo.

Caríssimos irmãos e irmãos, ainda estamos todos dolorosos após a morte de nosso amantíssimo Papa João Paulo I. E eis que os Eminentíssimos Cardeais chamaram um novo bispo de Roma. Chamaram-no de um país longe, longe... mas sempre tão próximo pela comunhão na fé e na tradição cristã. Tive medo ao receber este nome, mas o fiz no espírito de obediência a Nosso Senhor Jesus Cristo e na confiança total à sua Mãe, a Senhora Santíssima. Não sei se posso falar bem na vossa... nossa língua italiana. Se eu errar, corrijam-me.

E assim me apresento a vós todos, para confessar a nossa fé comum, a nossa esperança, a nossa confiança na Mãe de Cristo e da Igreja, e também para começar de novo sobre esta estrada da história e da Igreja, com o auxílio de Deus e dos homens."
(João Paulo II, no dia de sua eleição, em 16 de outubro de 1978)
Com este discurso, o Sumo Pontífice João Paulo II já começou conquistando os corações de todo o mundo, com sua presença humilde, que valorizava a presença de cada pessoa, acabou permitindo que eu o conhecesse pessoalmente, em outubro de 97, quando eu compunha as fileiras do Seminário da Arquidiocese do Rio de Janeiro e ele estava de passagem pelo nosso Seminário, quando saudou a todos os que lá estavam e deu uma bênção a todos nós.

Naquela oportunidade, eu e alguns amigos de turma, provocávamos o Papa para que se aproximasse de nós para nos comprimentar e nos abençoar, após fazer isto, ainda encontrou tempo para brincar conosco, quando rodou a sua bengalinha, imitando o eterno Carlitos, personagem de Charles Chaplin...

Uma presença assim, quando se vai, é sentida na Alma do Mundo; espero que ainda surjam inúmeros homens e mulheres de boa vontade, que sigam sua missão e a cumpram com dignidade, zelo e amor.

Vai com Deus, Santo Padre, vou sentir tua falta...


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